domingo, 18 de março de 2012

Fic 4. Parte: 23.

- O que aconteceu no banheiro entre você e a Patrícia? Vi você saindo brava do banheiro.
- Pergunta pra ela e me deixa em paz. – ela saiu
- Espera. – segurei o braço dela.
- O que Leonardo?
- Porque você ta me tratando assim?
Parecia que não, mas doía ver ela me tratando como se eu fosse um qualquer como se nós não tivéssemos um passado juntos.
- Assim como?
- Não se faça de idiota.
- Se tem algum idiota aqui é você.
*Leonardo mode off*

*Você mode on*

Depois dessa pequena discussão com o Leonardo eu sai e quando eu estava um tanto longe ele disse:
- Um idiota que ainda mexe com você.
Meu coração disparou, será que ele tinha percebido ou era só pra me irritar?
Ele veio atrás de mim.
- Não me ignora, eu sei que você sente alguma coisa por mim.
- é eu sinto dó por você estar se iludindo sobre isso, você é só um estranho pra mim.
Me virei de volta para ele não ver a lagrima que escorreu, não olhei mas para ele apenas entrei no carro e voltei para casa.
Enquanto eu dirigia as lagrimas escorriam.
- Não chore, não chore, ele não merece. – murmurei comigo mesma tentando me conter, mas parecia que a cada palavra mais lagrimas rolavam.
Dirigi o mais rápido que pude, queria chegar logo em casa, dormir e esquecer tudo aquilo.
Cheguei em casa apenas tomei um banho e dormi.
Bip bip. Acordei assustada com o barulho do celular. Fui ver o que era, era uma mensagem do Leonardo que dizia “Bom dia (Seu nome) vamos almoçar juntos hoje? É questão de negócios”
Respondi apenas um “Ok” e ele mando “passo pra te buscar em duas horas” fiquei pensando em como ele descobriu o meu endereço.
Levantei era 11 horas, tomei só um copo de leite e fui me arrumar, ainda faltava uma e hora e eu já estava pronta.
- Aonde você vai filha?
- Almoçar com o meu futuro ou não patrão.
- Isso é bom.
Ou não, pensei comigo mesma. Fiquei assistindo TV enquanto ele não chegava.
A campainha tocou e eu fui atender.
- Oi  (Seu nome)
- Oi Leonardo entra eu vou buscar a minha bolsa.
Não demorou muito e eu voltei com a minha bolsa, não falei nada o caminho inteiro, estava meio constrangida por ontem.
Chegamos e eu pedi uma salada, não estava nem um pouco faminta. O Leonardo não parava de me olhar, eu estava começando a corar.
- Dá pra de me olhar? – eu disse exaltada

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